sábado, 17 de novembro de 2007
capitulo V
Ao ler este capítulo fez me lembrar das minhas famílias! família, familia, família … família para mim é algo mas importante que uma pessoa pode ter, Será possível planejar e executar o processo de educação escolar independente da questão familiar? Como trazer a família para participar no processo ensino-aprendizagem na escola? O que fazer quando a família não colabora?
Relativamente as questões em causa acho que as famílias não é somente o berço da cultura e a base da sociedade futura, mas é também o centro da vida social... A educação bem sucedida da criança na família é que vai servir de apoio à sua criatividade e ao seu comportamento produtivo quando for adulto... A família tem sido e será a influência mais poderosa para o desenvolvimento da personalidade e do carácter das pessoas. Essas questões merecem um tratamento cuidadoso, que leve em conta aspectos sociais, culturais e legais.
A família sempre foi, é sempre e sempre será o nosso. Talvez isso se deva ao facto de ser com ela que nascemos, que crescemos e que está sempre do nosso lado. Assim, torna-se óbvio concluir que talvez seja junto dela que passamos uma grande parte do nosso tempo vital, pelo que assume um papel fundamental em tudo o que somos. E uma parte daquilo que somos é o resultado de todo um processo de construção que sofremos desde o momento em que nascemos até morrermos. Há que salientar o facto de sermos um reflexo dos nossos próprios pais e da própria educação que eles receberam.
No capítulo cinco "A Família", Papert destina-se a falar sobre como o computador pode servir para uma união da mesma.O autor explica e exemplifica alguns modos de utilização do computador, como fazer jogos em família, realizar projectos e outros tipos de actividades, onde há possibilidade de fazer com que os que estão mais longe, fiquem mais perto!
" Um garoto e uma senhora"(pp:140).Um caso engraçado, que conta como duas pessoas que não se conheciam, começam a ter contacto e se ajudam mútuamente, saindo ambas a ganhar com isso. Podemos mesmo manter contacto, talvez com mais facilidade, com pessoas que por motivos vários estão longe de nós. Contudo, deve-se ter muita atenção, pois pode ser um perigo ter contacto com estranhos, uma vez que podem demonstrar ser uma coisa e ser outra completamente diferente.
O computador poderá servir como unificador da familia, se os membros da familia se disponobilizarem a desenvolver as aprendizagens computacionais em conjunto, partilhando as suas dificuldades e facilidades. Tal como afirma papert "... a necessidade de estabelecerem novas formas de relacionamento com os seus filhos e verem o computador como um meio para construírem a coesão familiar" podendo mesmo ser uma ferramenta essencial de coesão familiar.
carla cunha
capitulo IV
O quarto capítulo do livro é extremamente interessante, Papert defende que as práticas educativas podem ser melhoradas através de algo tão simples como ensinar as crianças algo com significado.
Os valores são orientações para todos nós, no entanto têm significados diferentes para cada um de nós. Tal como refere Papert “existe cada vez maior aceitação da ideia de que é necessário que aquilo que as crianças aprendem tenha «significado»”, por isso é crucial a sua questão “O que é importante?”, cuja resposta está relacionada com os valores.
No meu entender, nós não temos a noção do quanto as crianças sabem e compreendem, por isso acho que o mais importante seria mostrarmos aos nossos educandos o lado positivo e motivante de qualquer aprendizagem, porque todos nós gostamos de descobrir coisas novas, principalmente as crianças, cuja curiosidade é imensa, uma das maiores qualidades das crianças é sua imensa curiosidade de aprender, de saber, de descobrir sem se preocupar se está certo ou errado, ou seja, sem o medo de se enganar.
O respeito sempre foi um valor incutido pelos meus pais e professores desde que eu me lembro ser gente, mas será que ele é cumprido por todos? Ao ler este capítulo a ideia com que fiquei é que nós usamos o respeito para nosso proveito e se outra pessoa tem ideias diferentes da nossa, na maior parte das vezes ficamos sempre com a sensação de que nós é que temos razão.
Como sabemos um dos objectivos da educação é a transmissão de valores, conhecimento, esta transmissão por norma é mediada pelo professor. È necessário que tanto a nossa geração como as futuras estejam pré-dispostas a ajustarem toda a história cultural com as novas tecnologias, sendo que esta última é um meio pelo o qual podemos divulgar a nossa cultura, e receber informação acerca de outras culturas.
carla cunha
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Aprendizagem
papert
tendo em consideração a este capitulo o tema é dedicado a aprendizagem.
A educação está baseada nos conhecimentos que os alunos tem que aprender e de como muitas vezes esses conhecimentos são de seguida esquecidos por parte dos mesmos, devido principalmente a...que?... A falta do interesse que tem para eles.
As duas formas de aprender Bateson afirmam que aprendemos duas coisas: uma está relacionado com “o que se pensava estar a aprender e, a outra é o método da aprendizagem utilizado”. Esta frase foi uma daquela que despertou muito a minha ideia, isso porque representa a maior parte da realidade.
Outro ponto que também acho importante é que "A escola debilita o desejo e a capacidade das crianças para aprenderem por si sós" Papert, pp. 69 , a nível educativo a aprendizagem é melhor quando o aluno participa voluntariamente no processo de aprendizagem ou seja a vontade de aprender por livre vontade compreendemos as coisas com mais facilidade, mas muitas das vezes a nossa capacidade de aprender depende da motivação, interesse que determinado assunto nos suscita.
Nesta capitulo gostei particularmente da parte em que fala do construtivismo ... relacionando o construtivismo com a aprendizagem feita pelas tecnologias, sendo o contrutivismo o movimento teórico que permite ao sujeito construir o seu próprio conhecimento. Nesta medida o contrutivismo vai contra a aprendizagem tradicional, em que o professores, os orientadores, seja quem for, nos da o conhecimento já trabalhado e o temos de dar como adquirido, tal e qual como ele nos é dado... o que na minha opinião está completamente errado ...
Se pensarmos que temos muitos casos de dificuldades na aprendizagem, podemos facilmente compreender que tais dificuldades podem surgir do modo como o nosso conhecimento é contruido na escola, que é um conhecimento que é transmitido de professor para aluno ... Não seria mais saudável, mais rentável e mais aliciante se fosse o próprio aluno a dirigir o seu "moto do conheciemnto", sem que lhe fossem passadas informações já trabalhadas e que ele tem de "meter na cabeça"? ... Eu acho que sim, até porque ao perseguirmos o nosso conhecimento a nossa mente está mais aberta a novas informações, temos mais vontade de aprender e consecutivamente compreendemos as coisas mais facilmente!
carla cunha